sexta-feira, 11 de junho de 2010

Dias 09 e 10/06/10 – Norte do Peru – Praia Máncora

Saímos cedo de Pacasmayo rumo a Máncora, almoçamos em Piura, rodamos aproximadamente 500km de deserto em 8 horas. Um pouco antes de Máncora passamos por Cabo Blanco, uma praia pequena, voltada à pesca e extração de petróleo. No caminho vimos várias estações de bombeamento de petróleo e quando chegamos à praia havia cerca de 30 plataformas oceânicas.



Em Máncora há a praia que fica no centro da cidade, mais agitada, e na entrada há a Praia de Pocitos, com uma rua de areia e muitos hotéis pé na areia, todos muito bonitos e com boas instalações. No hotel que ficamos há uma piscina com vários divãs e vista espetacular para a praia. No dia seguinte aproveitamos para curtir o hotel e como havíamos passado muitos dias em locais frios, aproveitamos o sol e no final do dia vimos mais um por do sol.
Diferentemente das demais praias que vimos no Peru, esta praia tem mais areia branca e menos pedras.









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terça-feira, 8 de junho de 2010

Dias 07 e 08/06/10 – Norte do Peru – Sechin, Huanchuco, Chan Chan, Huaca Esmeralda e Praia de Pacasmayo

Pela manhã do dia 07 conhecemos as ruínas Sechin do povo Chimú, que são interessantíssimas, porque em cada pedra há um desenho, um símbolo da cultura deste povo.









Seguimos para Trujillo e finalizamos o dia na praia de Huanchaco, famosa por suas pranchas/canoas de totora, parecidas com as utilizadas no lago Titicaca. A praia tem areia preta e pedras, muito bonita.









Ainda não foi possível tomar banho de mar, o oceano pacífico é realmente muito gelado.

No dia 08 pela manhã conhecemos as ruínas da maior cidade Chimú que existiu no Peru. A área construída é enorme, totaliza 20 km². Conhecemos o palácio real e visitamos o museu do local. Também, visitamos uma ruína ao norte de Trujillo, também da cultura Chimú, chamada Huaca Esmeralda.













À tarde fomos para a cidade de Pascamayo, famosa pelas ondas longas, 20 minutos surfando na mesma onda. O hotel estava cheio de surfistas brasileiros.





Vista do quarto do hotel


Observações:
1) O trânsito no Peru é caótico, buzinam para tudo. Todos os taxi que passam por nós buzinam para ver se queremos o serviço. Outro dia, pagamos um pedágio e recebi uma buzinada por que achavam que demoramos para sair.
2) Nas prais do peru tem vários aviários na beira-mar, que chique !!! Como o mar não está para banho, utilizam em atividades industriais, que luxo !

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domingo, 6 de junho de 2010

Dias 04, 05 e 06/06/10 – Cordilheira Branca

Saímos de Lima no dia 04 em direção à Huaraz, cidade próxima à Cordilheira Branca. A saída de Lima foi emocionante, gastamos uma hora e meia para chegar à Panamericana Norte, num trânsito caótico, sem sinalização e muitas obras com desvios mal sinalizados. A viagem de 350km durou o dia todo, pois além de um trecho de rodovia muito esburacada, subimos uma serra com desnível de 4.100m e muitas curvas fechadas.

Lotação típica peruana, lotada dentro e fora...


A Cordilheira Branca é assim chamada por ter 723 picos nevados, de 5.000 a 6.750 msnm, se estendendo por 160km no Callejón del Huaylas. No dia 05 fizemos um passeio ao norte da cidade de Huaraz até a Laguna de Llanguanuco a 3.850 msnm. No caminho observamos diversos picos nevados, inclusive do Monte Huascarán, o segundo mais alto da América do Sul. Na volta paramos no cemitério da cidade de Yungay, que foi soterrada por uma avalanche do Monte Huascarán, originada por um terremoto em 1970, morreram mais de 25 mil pessoas.









No dia 06 acordamos cedo e fomos ao Glacial Pastoruri, 60 km ao sul de Huaraz e a 5.200 msnm. No caminho do glacial vimos uma nascente de água que borbulha, chamada água gaseificada e a maior bromélia do mundo, podendo atingir até 15 metros, com 6 a 10 mil flores e 8 a 12 milhões de sementes. Também vimos inscrições rupestres.





O carro chegou próximo do glacial e os últimos 1,5 km fizemos a pé em 1 hora, devido à altitude. No topo, começou a nevar e fazia muito frio. O local é lindo.









Após, fomos até a cidade de Casma, onde pernoitamos. No litoral do Peru nos sentimos em um verdadeiro deserto, absolutamente inóspito, com trechos em que a rodovia corta dunas ao meio.
Nos despedimos da altitude, após este período de 45 dias entre Bolívia e Centro-Sul do Peru.

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quinta-feira, 3 de junho de 2010

Dias 02 e 03/06/10 – LIMA

No dia 02 fizemos um city tour pelo centro histórico e Miraflores. Paramos na Igreja e Convento São Francisco, uma construção com detalhes em madeira no teto, encaixados como quebra-cabeça, com forte influência árabe. Sob a igreja ficam as sinistras catacumbas, que funcionaram como cemitério até 1821, quando foram substituídas por um cemitério ao ar livre, para evitar epidemias. O acesso é feito por galerias claustrofóbicas e pode se ver milhares de ossos e caveiras que eram empilhados em tumbas de até 4 metros de profundidade, cobertos por areia e cal para acelerar a decomposição dos corpos. Mórbido !!!!









À noite fomos ao Parque das Águas, com 15 chafarizes coloridos, com música clássica de fundo e jogo de luzes. Um deles formava um labirinto de jatos d’água e as pessoas andavam pelo meio do labirinto, às vezes tomando banho dos jatos que apareciam do nada. Também havia outro chafariz em forma de uma pirâmide e outro em forma de túnel, passamos por dentro.









No dia 03 fomos ver a troca da guarda no Palácio do Governo e depois fomos à Chinatown. À tarde conhecemos o Bairro de Barrancos, com vários bares e restaurantes em ruelas muito charmosas que levam à avenida da praia, considerado um bairro poético e notívago.







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quarta-feira, 2 de junho de 2010

Dias 31/05/10 e 01/06/10 – Oásis Huacachina, Reserva Paracas e LIMA

No dia 31 pela manhã caminhamos pelas dunas e curtimos a beleza do oásis. Descer a duna dá a impressão de estar caminhando sobre a água, o pé afunda um pouco e a areia corre parecendo água escoando.





À tarde viajamos para Paracas, uma península um pouco antes de Pisco. Visitamos a reserva nacional onde havia uma formação rochosa em forma de arco, chamada de Capela, que desabou com o terremoto que aconteceu em 2007. Visitamos algumas praias e um mirador, onde pode se avistar toda a península. Do terraço do quarto tínhamos uma vista espetacular da península, com o por do sol embelezando ainda mais o final de dia.







No dia 01 iríamos fazer um passeio de barco nas Ilhas Ballestas, mas estava chovendo e a Capitania dos Portos proibiu a navegação. Nestas ilhas é possível avistar leão e lobo marinho, pingüins e aves. Como já havíamos conhecido vários lugares com estes animais, resolvemos ir para Lima. Passamos por Pisco, atingida por um terremoto em 2007, ainda se reerguendo da catástrofe, com entulho por todos os lados, inclusive à beira mar.



Chegamos em Lima e fomos direto ao bairro Miraflores para escolher um hotel. A noite conhecemos o shopping Larcomar, em uma encosta à beira mar no estilo uma praça, a céu aberto. A vista é muito bonita e um bom lugar para um “happy hour” ou jantar.
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